domingo, 3 de junho de 2012

Jogadoras tricolores conquistaram o Brasileiro Feminino de vôlei


Seleção do Rio de Janeiro (Foto: Divulgação CBV)


Por Hugo Ottati

O Fluminense vem se destacando em ceder jogadores para as principais equipes de diversas modalidades. Desta vez não foi diferente. No vôlei, seis jogadoras tricolores participaram da conquista do bicampeonato  brasileiro infanto, no último sábado, dia 26 de maio, pela seleção carioca. A decisão foi contra o Rio Grande do Sul,  e a seleção carioca venceu por 3 sets a 1 (25x21, 25x21, 29x31 e 25x19). 

Drussyla Costa, Marcella Amaral, Amanda Felippo, Ana Santos, Beatriz Vieira e Paula Hoffmann representaram o Flu na competição. Além delas, os técnicos também foram das Laranjeiras: Hylmer Dias e Guilherme Schmitz, que comandaram a equipe do Rio de Janeiro.

Hylmer Dias comentou o destaque das jogadores tricolores:
"Sem a garra das nossas atletas não teríamos alcançado esse título. Todas se dedicaram forte nos treinos e mostraram a capacidade da união dentro de quadra. O Fluminense também foi fundamental nesse processo, pois no ofereceu a estrutura para treinamentos. A nossa comissão técnica, o presidente da FVR e o diretor do Flu, Francisco Alegria, entre outros, também nos ajudaram muito"

Classificação final - Campeonato Brasileiro de Seleções Infanto Juvenis:
1º – Rio de Janeiro
2º – Rio Grande do Sul
3º – São Paulo
4º – Pará
5º – Paraná
6º – Minas Gerais
7º – Pernambuco
8º – Ceará
9º – Goiás
10º – Maranhão
11º – Mato Grosso do Sul
12º – Mato Grosso

Juniores: Flu vence Botafogo e segue líder na Taça Rio





Por Hugo Ottati

Neste sábado (02), a garotada de Xerém venceu o Botafogo de virada, por 2 na 1, no estádio Caio Martins, em Niterói. Com a vitória, o Fluminense abriu três pontos de vantagem para o Nova Iguaçu, segundo colocado, na briga pela Taça Rio (confira a classificação no final da postagem).

"Se não é difícil, não é Fluminense"
O jogo foi bastante disputado e ambas as equipes mostraram um bom futebol. Os gols do Tricolor foram marcados por Lucas, ex-jogador do Porto de Caruaru (PE), e Emerson, que chegou ao clube após a Copa São Paulo, quando se destacou pelo Rondonópolis (MT). O gol da vitória foi marcado aos 44 minutos do segundo tempo. Realmente, se não é difícil, não é Fluminense.

Somado mais três pontos, o time de guerreiros é líder isolado, com 31 pontos em 13 jogos disputados. Em segundo está o Nova Iguaçu, que tem 28 e enfrentará o Volta Redonda neste domingo (03), às 15h. Mesmo que o time da baixada consiga a vitória, o Fluminense tem a vantagem no primeiro critério de desempate (saldo), com nove gols de diferença.

Quem vencer essa Taça Rio decidirá a final do Carioca com o próprio Nova Iguaçu, campeão da Taça Guanabara. 

Próxima batalha
A penúltima rodada será disputada na próxima quarta-feira, dia 6 de junho. O Fluminense enfrentará o Madureira, às 15h,  no CT Vale das Laranjeiras, em Xerém.


Classificação - Taça Rio
1º Fluminense, 31 pontos
2º Nova Iguaçu, 28 pontos - joga neste domingo
3º Flamengo, 26 pontos
4º Duque de Caxias, 24 pontos
5º Madureira, 23 pontos
6º Botafogo, 21 pontos
7º Macaé, 18 pontos
8º Bangu, 17 pontos
9º Americano, 16 pontos - joga neste domingo
10º Bonsucesso, 15 pontos
11º Vasco, 14 pontos
12º Olaria, 14 pontos
13º Boavista, 13 pontos
14º Friburguense, 10 pontos
15º Resende, 10 pontos - joga neste domingo
16º Volta Redonda, 6 pontos - joga neste domingo

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Venda de ingressos mais justa e sem filas

Retirado do site do Fluminense - Boletim Sócios

Cartão pré-pago, recarregável jogo a jogo, é a próxima novidade.



A implantação de um processo de venda de ingresso mais justo, sem filas para o torcedor e menos vulnerável à ação de cambistas. Depois de trabalhar para que essas condições fossem colocadas em prática, o Fluminense viu nascer uma perfeita sintonia entre a nova maneira de se vender ingressos e a plena adaptação do torcedor tricolor. Essa transformação está comprovada em números. Hoje, em média, 55% dos ingressos são adquiridos pela internet, e a incidência de meia-entrada diminuiu de 51,52% para 36,16%. E vem aí mais uma facilidade: um cartão pré-pago que poderá ser recarregado jogo a jogo nas lotéricas. Nesta entrevista à “Direto das Laranjeiras”, o presidente Peter Siemsen diz que a experiência na Libertadores mostra que o Fluminense está no caminho certo para dar mais comodidade à sua torcida, deixando para trás os problemas que arranharam a imagem do clube em 2008 e se repetiram até a última partida do Brasileiro 2010.


Pouco antes de o senhor assumir, em 2010, os torcedores enfrentavam, mais uma vez, dificuldade na compra de ingressos para a partida final contra o Guarani. Quais foram as primeiras medidas tomadas para minimizar o problema?


Peter Siemsen – Naquele momento, logo que tomamos posse, tínhamos pouco tempo para dar a solução esperada. Mas, já no lançamento do programa Guerreiro Tricolor, fizemos a rescisão com a empresa que cuidava de ingressos, que prestava péssimos serviços. Com isso, aumentamos os pontos de venda e oferecemos um sistema on-line mais eficiente, incentivando, paralelamente, a compra antecipada pela internet. Após o término da Libertadores 2011, vimos a oportunidade de dar ainda mais conforto ao torcedor, já que uma nova empresa estava assumindo o sistema de entrada no Engenhão. Fizemos, então, novamente a substituição da empresa que cuidava de ingressos pela atual.

Quais foram as vantagens para o torcedor?


Peter Siemsen – O torcedor que compra com cartão de crédito Visa, no site futebolcard.com, não precisa mais de ingresso para entrar no Engenhão. O próprio cartão de crédito é utilizado no acesso. Além da comodidade, isso inibe a ação de cambistas. E a empresa tem um centro de informática dentro do estádio, o que dá agilidade na solução de problemas.

A mesma tecnologia foi utilizada nas novas carteiras de sócio?


Peter Siemsen – Sim. O Guerreiro Tricolor agregou conhecimento para a campanha de associação que lançamos no início do ano, após um estudo de preço. Ao se associar, a pessoa recebe uma carteira que dá acesso ao Engenhão, como no cartão Visa. Basta ela reservar o seu lugar no Portal do Sócio com 72 horas de antecedência dos jogos. Isso só foi possível com a mudança de empresa, e com o software que adquirimos de gestão de clubes.

Qual foi o impacto das mudanças?


Peter Siemsen – A venda on-line hoje responde, em média, por 55% da lotação. Na partida contra o Guarani, no Brasileiro 2010, o percentual de entradas vendidas pela internet foi insignificante. E vimos a confusão que foi, um desrespeito ao torcedor. Na Libertadores deste ano, não tivemos isso, mesmo nos jogos decisivos, o que mostra que estamos no caminho certo.

É possível avançar mais?


Peter Siemsen – Estamos sempre buscando melhorar. O próximo passo é o lançamento de um cartão pré-pago que o torcedor poderá recarregar jogo a jogo em lotéricas, e que também será utilizado como ingresso, a exemplo da carteira de sócio e do cartão Visa. Também vamos fazer um trabalho maior de regulação dos serviços prestados.

E como se deu o combate ao cambismo?


Peter Siemsen – A principal medida foi a cobrança da documentação de meia-entrada no acesso ao estádio, não apenas no ato da venda. Isso vem acontecendo com rigor desde o início do Guerreiro Tricolor e dificulta a ação de cambistas. Além da melhoria da nossa fiscalização, valorizando os funcionários que realizam este trabalho, a empresa que cuida de ingressos recebe um bônus se o número de meias-entradas diminui. No segundo turno do Brasileiro 2010, o benefício correspondia a 51,52% das entradas vendidas. Em 2011, já conseguimos reduzir para 36,16%. Isso significa também um aumento de arrecadação de quase R$ 40 mil por jogo. Tivemos dificuldade no início, mas o torcedor entendeu a necessidade de comprovação da meia-entrada. Mudamos esta cultura.


A hora e a vez de Wagner no Fluminense

Até hoje se diz que "Deus escreve certo por linhas tortas". Bom, embora este que vos escreve acredite que nós seres humanos é que enxergamos tudo torto, não há como negar que certas coisas na nossa vida acontecem de um jeito bastante inesperado. E é dessa forma que certos jogadores vão conseguindo encontrar seu lugar no time do Fluminense. Um deles em especial, o meia Wagner, merece uma atenção a mais.

Sempre defendi que o ex-cruzeirense é um baita reforço. Quando chegou às Laranjeiras, no início da temporada, Wagner chegou com status de titular absoluto do meio-campo tricolor. Só que o camisa 19 demorou muito para se readaptar ao futebol brasileiro depois de cinco anos perambulando pela Arábia Saudita, pela Rússia e pela Turquia. Pra falar a verdade, as primeiras de Wagner com a camisa tricolor foram bem ruinzinhos e fizeram com que o meia ganhasse a antipatia de parte da torcida.

Mas nada como um dia após o outro... As linhas tortas se ajeitaram e o "destino" entrou em ação...

Wagner seguiu treinando na busca pelo seu espaço entre os comandados de Abel Braga. A grande oportunidade veio com a lesão do luso-brasileiro Deco, principal organizador de jogadas da equipe tricolor. Abelão não pensou duas vezes e deu mais uma chance ao ex-cruzeirense que não desperdiçou. Com atuações seguras nas últimas partidas (mesmo com a doída eliminação da Copa Libertadores da América para o Boca Juniors) Wagner mostrou que pode sim ser útil ao Fluminense. Tanto que vem sendo utilizado nas últimas partidas.

Só que Deco foi se recuperando aos poucos e parecia que Wagner voltaria para o banco de reservas. Aí, mais uma vez, o destino sorriu para o ex-cruzeirense.

Com o afastamento de Thiago Neves dos gramados por conta de um artroscopia no joelho esquerdo, Abelão já decretou que o camisa 19 continuará no time titular. A função em campo é um pouco diferente da que vinha exercendo (o meia deve jogar mais próximo dos atacantes) mas não é nada que Wagner não possa se adaptar, visto que ele já atuou assim no Cruzeiro e mostrou muita qualidade.

Amiguinhos, essa é a hora e a vez de Wagner encontrar seu espaço no Fluminense de uma vez. É um bom jogador, toca bem a bola, chega na frente com qualidade e sabe o momento certo de cadenciar ou de acelerar o jogo no meio-campo. Se mantiver o nível das atuações, me arrisco a dizer que Abel Braga terá que quebrar a cabeça para arrumar um espaço para o camisa 19 no time titular...

Mas wagner já subiu no meu conceito por uma atitude simples. Quando foi barrado do time titular, o jogador seguiu treinando, permanecendo em silêncio e esperando a oportunidade certa. E agora ele está sendo premiado por isso. Bem diferente de uns e outros por aí metidos a "jênio"...

E estamos conversados!!!

Coluna do Ferreira
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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Artroscopia no joelho de Thiago Neves foi um sucesso


(Foto: Divulgação SMG Comunicação e Marketing)

Para nossa alegria!

O meia Thiago Neves passou por uma artroscopia hoje (quinta-feira, 31), realizada pelo chefe do departamento médico do Fluminense, Victor Favilla, que considerou a cirurgia um sucesso. O meia está bem e já deve receber alta na sexta.
Internado, o camisa 7, que desfalcará a equipe por cerca de 40 dias, promete melhores resultados na sua volta:

- Graças a Deus correu tudo bem na cirurgia. Gostaria de agradecer ao doutor Victor Favilla que me operou, ao Fluminense, que me deu todo suporte, e a todos que torceram por mim. Vou me dedicar ao tratamento de recuperação para voltar o mais rapidamente possível. Em breve o guerreiro estará de volta.

Trinta e cinco milhões?




Por Marcello Savioli

Foi o tal de Assis colocar a Nação de joelhos diante de milhões de monitores e logo alguém tinha que sacar do fundo da imaginação criativa uma forma de resgatar não a autoestima, que até seria justo, mas a soberba dos crentes rubro-negros. Que eles se portem como uma seita fanática e entorpecida pelas próprias crenças megalomaníacas e acreditem em tal sandice, vá lá. Flamenguista acredita naquilo que lhe é favorável. Acredita em chororô, em hexa, em hegemonia… Mas não acredita em Copa Rio, Mundial Interclubes, de 1952. E não acredita também que estão, a despeito de tanto se esmerarem em nos lembrar um passado recente e nada agradável, que devem a série B do Estadual há cerca de 80 anos e a do Brasileiro desde 1988, quando, fosse cumprida a lei, teriam sido rebaixados.

Mas para flamenguistas não há lei e não há regra. O que vale é ganhar, no grito, no apito ou na papeleta, tanto faz, contanto que possa se vangloriar diante dos adversários, que os tem na conta de café com leite. E também não há senso crítico.

Por conta disso ganhou hilária repercussão a notícia de que a adidas estaria oferecendo um contrato de R$ 350 milhões por dez anos ao time do terreno da prefeitura da Praia do Pinto. Seriam R$35 milhões por ano. Um contrato nababesco em se tratando de fornecimento de material esportivo, pelo menos para os padrões atuais. E qual o propósito de tamanha esculhambação com a nossa inteligência? Ora, ora, vamos plantar uma notícia que não só nos reerga da vala da humilhação e do ridículo, mas vamos aproveitar para puxar o tapete do adversário. Isso explica porque o fornecedor em questão é o mesmo do Fluminense e a suposta proposta quase quatro vezes maior que aquilo que recebe o clube que maior exposição positiva tem entre os cariocas na atualidade, além de ser a torcida que mais cresce no Rio de Janeiro, onde se dá o verdadeiro e mais intenso consumo de produtos licenciados. Estão acompanhando?

Vamos lá. Ao proclamar aos quatro cantos uma proposta como essa, provocam Palmeiras e Fluminense ao debate e expõem o quanto o time dos maus costumes lhes é superior. E quem é que cai nessa? Quase todo mundo, desde que se criou a crença de que o que vale é o tamanho da torcida. Só faltou convencerem as empresas disso, porque até o que tenho conhecimento, o Flamengo procura um patrocinador master desde antes da vinda do virtuoso Ronaldinho. Ou seja, a mentira pega para a massa, mas está difícil convertê-la em receita e lucratividade, porque o time da Praia do Pinto não é sério, sua marca é produto de uma grande farsa e só mesmo um louco se associaria a algo tão ligado a valores e crenças tão pouco recomendáveis.

Sim, é evidente que quando se trata de fornecimento de material esportivo, o tamanho da torcida ocupa uma proporção maior na escala de importância dos fatores que vão influenciar nas decisões de Marketing. É mercado consumidor cativo. É volume de venda e lucratividade garantidos com menor esforço gerencial e criativo. Mas todo negócio, toda parceria, tem seus prós e seus contras. Num momento em que vivenciamos uma campanha deslavada e cretina para espanholizar o futebol brasileiro, transformando-o num deprimente anti espetáculo para duas torcidas anabolizadas a base de atos condenáveis, manipulação e empulhamento, poderia ser um verdadeiro tiro na própria cabeça – é na cabeça mesmo e não no pé – da adidas. Seria algo como se alinhar a uma conspiração rasteira para acabar com a espontaneidade competitiva do futebol brasileiro, só para não me alongar na recapitulação de episódios que andam mais que expostos na rede.

Ou talvez tudo não passe de um assunto para nos ocuparmos, enquanto Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Libertadores gozam folga.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Orgulho de ser tricolor

Por Matheus Frigols



Coração Fluminense já nasce pulsando grená, verde e branco.
É paixão, esperança e paz na tranquilidade por tantos títulos conquistados.
Ser tricolor é se deixar envolver pelas emoções, é vive-las intensamente, seja na alegria das vitórias ou na tristeza das derrotas.

Ser tricolor é ter orgulho de ser torcedor de um time de “guerreiros“, que muitas vezes já ressurgiram das cinzas em busca de títulos.
É vencer sempre, mesmo quando as vitórias - no campo ou na vida - não vêm.

É vestir aquele lindo manto e se envaidecer com os olhares invejosos das outras torcidas.
"Eu nem sabia falar direito e o Fluminense já estava dentro de mim, do meu corpo, do meu coração. O Fluminense é a minha vida, uma paixão muito difícil de explicar".  João Coelho Neto, o Preguinho .
Ser Fluminense é ser da única torcida que fez uma das mais lindas homenagens a João Paulo II em pleno Fla-Flu.

É se orgulhar de torcer pelo Fluminense antes de ser brasileiro e entender que torcer pelo Fluminense é um destino, não uma escolha. E muitos fazem por onde de merecer esse destino.
Ser Fluminense é enfim chorar, sorrir e vivenciar todas as emoções proporcionadas pelo nosso lindo time, seja no Maraca lotado ou no Engenhão. È colorir com nossas cores um estádio inteiro, é contagiar com nosso canto para fortalecer os jogadores em uma só voz “Sou tricolor de coração!”
E como já dizia Nelson Rodrigues ;
Grandes são os outros, o Fluminense é enorme."

Autora: Livia Peres.

Viva o planejamento



Saudações, amigos tricolores.

Depois de uma semana triste, começamos outra com um empate sem graça. Por ironia do destino – ou não – o melhor elenco está se desfazendo. Não, a culpa não é da nossa maravilhosa diretoria. O problema é o azar, incrível e inesperado que adora nos assombrar.

Temos na direção a “melhor estrutura humana” essa, até agora, surpreendendo todas as expectativas dos torcedores lúcidos.

É impressionante a dedicação do presidente quanto à administração do clube. É surreal. Quem viveu de Horcades, em vários momentos, questiona o porquê de uma pessoa como ele um dia ter sido eleita como presidente de uma instituição como o Fluminense.

Presidente de verdade não fala, ainda mais após um título, que torcedor tem é que trabalhar.

Após o título brasileiro de 2010, por conta da chuva, a festa que seria na Apoteose foi cancelada. Os jovens tricolores, querendo comemorar, foram em um dia de semana na sede para fazer sua “pequena comemoração” e, ao mesmo tempo, cobrar algum evento do nosso ex(ufa) presidente.  

Sabe a resposta dada pelo antigo mandatário?

“- Vocês querem festa? Precisam mesmo é de um trabalho!”

Bom, suas palavras dizem por si só.

Agora vemos um Fluminense diferente, planejado. Um clube que, apesar das dificuldades, tenta se reerguer de forma honesta e inteligente.

Sabe aquele marketing patético que tínhamos?
Então, este não existe mais.

As propostas são boas. As pessoas, idem.

Por um Fluminense melhor, sem grandes problemas, precisamos de duas coisas: tempo e planejamento.

Rumo a 4ª estrela!

Abs,
ErikDias